4 de jan de 2011

Madame Funk: polêmica e escândalo no mundo gospel


A cantora Claudia Machado, ex-cantora evangélica, abandonou o mundo gospel em 2006 para se tornar a Madame Funk. Em entrevista ao Jornal Extra em julho deste ano, a cantora falou mal do que viu entre músicos evangélicos, usando isso como justificativa para sua decisão de investir na carreira secular. Com o refrão “Ame, ame, ame, eu nasci pra ser madame” a cantora teve seus dias de “fama”. O personagem Madame funk é um estereótipo que entrevista pessoas na rua e sempre dá alfinetadas nas concorrentes, as mulheres horti-fruti (mulher melancia e moranguinho, etc),  mas parece que o projeto Madame Funk terminou. Segundo informações, ela teria pedido demissão há cerca de 15 dias para a empresa Elipse, que não estava demonstrando interesse em levar projeto adiante, e agora trabalha com publicidade.

Quanto à polêmica gerada pela própria “madame” ao criticar as antigas colegas (cantoras evangélicas), penso da seguinte forma: Os ressentimentos da cantora com os evangélicos não justificam sua atitude, a menos que ela só estivesse interessada em cantar para obter sucesso, e não como uma forma de servir a Deus.

Sucesso não é um fim em si mesmo. Há quem faça sucesso entre os homens e nada é para Deus; há também cantores que ninguém conhece, que vendem CDs num círculo pequeno de amigos, apenas para custear despesas básicas, mas que cantam com fé, com o coração e adoram de verdade. Sucesso não é o alvo; adorar a Deus é.

Claudia tem o direito de ser o que quiser, inclusive a madame Funk. Porém, como pessoa pública deve estar consciente de que uma ex-cantora evangélica rebolando num palco de baile funk causará as mais diversas reações, e precisa aprender a ouvir as críticas do mesmo modo que sabe ouvir os elogios.

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